Principais desafios e estratégias para erradicar a pobreza e a miséria no século XXI

Enviada em 08/08/2026

A Declaração Universal do Direitos Humanos garantiu a todas as pessoas o direito à saúde, segurança e educação. Todavia, nota-se, na sociedade atual, que apenas a garantia não assegura o cumprimento desses direitos, visto que a pobreza e miséria ainda atingem boa parte da humanidade. Com efeito, a falta de condições básicas e o precário investimento em oportunidades hão de ser trabalhados.

Primeiramente, a ignorância política fere a imagem estatal e a dignidade humana. Isso é explicado pelo conceito de Biopoder cunhado pelo filósofo Michel Foucalt, o qual cita o grande controle que o Estado rege sobre todos os aspectos da vida do cidadão moderno. Desse modo, a baixa visão crítica populacional faz com que políticos corruptos sejam eleitos e apresentem grande descaso às áreas fundamentais para a nação, como saúde e educação, diminuido, assim, a confiança no Estado. Nesse contexto, a educação política mostra-se fundamental contra a pobreza.

Ademais, o baixo estímulo à criação de novas oportunidades fragiliza a esperança de populações carentes. Nessa visão, o filósofo John Locke através do conceito de Contrato Social argumenta sobre o dever do Estado em garantir o bem-estar social. No entanto, políticos populistas, visando aumentar seus prórios eleitorados, investem apenas em auxílios imediatos, como o Bolsa Família, mas não propõem projetos de desenvolvimento a longo prazo, ocasionando uma estagnação social e econômica em regiões pobres. Logo, é fundamental que o governo invista em locais deficitários economicamente.

Portanto, a pobreza e miséria mostram-se um grave problema na sociedade atual. Dessa maneira, o investimento em setores educacionais e de saúde, além de planejamentos governamentais visando o aumento da empregabilidade fazem-se necessários. Assim, constrói-se uma sociedade com direitos cumpridos e dignidade garantida.