Problemas causados pela possível aprovação da proposta de taxação de livros no Brasil
Enviada em 07/05/2021
A cultura e a história são, sem dúvidas, os dois elementos que marcam qualquer povo, tais elementos são, normalmente, grafados em livros, filmes, etc. Porém, em 2020 parte dessa fonte cultural e histórica foi ameaçada a se restringir a um grupo ainda menor de pessoas, quando o ministro da economia Paulo Guedes resolveu optar pelo aumento de 12% na taxação de impostos em livros no Brasil. Tal atitude pode gerar sérios problemas, como a redução do enteresse de leitura no Brasil e uma queda considerável no desenvolvimento do país.
A princípio, vale se destacar que, se a população brasileira perder ainda mais o interesse na leitura, a longo prazo, o Brasil vai começar a sentir os impactos disso, já que, quanto menos pessoas leem, menos pensantes o país forma. Pois, assim como disse o literário Calos Drummond “a leitura é uma fonte inesgotável de prazer, no entanto, quase ninguém sente está sede”, ou seja, o país já tem poucos leitores, portanto, tornar o livros menos acessíveis, só diminuiria ainda mais a quantidade de leitores.
Por outro lado, tem-se também o fator da queda de desenvolvimento que o país ficará sujeito a sofrer, pois segundo uma pesquisa feita pela revista “Exame” os paises mais bem desenvolvidos do mundo não taxam impostos sobre os livros, muito pelo contrário, tais países incentivam a compra de livros, isso influencia em seu desenvolvimento. Já por outro lado no Brasil, em uma pesquisa feita também pela revista Exame, mostra que pouco mais de 30% da população mantém o hábito da leitura.
Conclui-se então, que para evitar que a população brasileira perca seu interesse na leitura e consequentemente tenha uma queda em seu desenvolvimento, o ministro Paulo Guedes deveria retirar o aumento de impostos sobre os livros, pois como o mesmo argumentou em entrevistas, “o livro é um bem para pessoas da classe média/alta”, portanto, a função de Guedes seria reduzir ainda mais a taxação de impostos sobre os livros, pois aumentando-as, apenas restringiria ainda mais o seu acesso e pessoas com baixa renda ficariam restritos de ler.