Problemas causados pela possível aprovação da proposta de taxação de livros no Brasil
Enviada em 26/05/2021
Por quase 50 anos a produção de livres no Brasil é insenta de impostos, graças ao escritor e ex-deputado Jorge Amado. Infelizmente, hoje, é proposto uma nova taxação de 12% , o que causará problemas para, a já em crise, industria editorial entre eles a diminuição da venda e consumo literário assim como o aumento da pirataria nos livros.
É importante observar que o número geral de leitores no país vêm diminuindo com o passar dos anos. Isso foi ratificado pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgado pela Agência Brasil, que cons- tatou uma queda de 4% em 2019 com relação a ultima pesquisa. Quando questionaram o motivo desse regresso 5% dos entrevistados afirmaram não comprar mais livros por esses serem caros. Assim, a proposta de taxação assusta os editores e escritores, para eles o alto preço já é um resultado das baixas vendas, uma questão de custo benefício, pois deixar os livros mais caros agravará ainda mais a crise financeira da industria literária. E quando se trata de crise os mais afetados são os mais pobres que sem acesso aos livros e ao conhecimento se tornam cada vez mais excluídos.
Avalia-se, como resposta aos altos preços o crescimento da consumo ilegal de livres online. Ainda no Retrato da Leitura 18% dos entrevistados admitiram ler obras baixadas da internet. Esse habito cresceu com a pandêmia do novo corona vírus, que afetou financeiramente vários brasileros, segundo a Associação Anti-pirataria o consumo de entretenimento roubado cresceu. O compartilhamento desse tipo de conteúdo é crime, com pena detenção segundo o artifo 184 do código penal, e extremamente prejudicial para os autores que dependem das vendas para suas econômias. Os altos custos já levam os poucos leitores brasileiros para a ilegalidade se houver impostos adicionados há a tendência de aumentar esse tipo de contrabando.
Nota-se, portanto, que a taxação trará como problemas a diminuição da leitura e o aumento do con-sumo ilegal e deve ser combatido. Para isso, é necessário incentivar a população um hábito de leitura que aumente a compra faça valer o custo benefíco da produção, por meio de campanhas elaboradas pelo ministério da educação que junto com os professores possam também formular uma lista de livros paradidáticos que seja atual e atrativa para os jovens mas também para os adultos país e responsáveis incentivando a leitura em todos. Para as editoras projetos de desconto nas vendas ,como semanas do consumidor, que o ocorram trimestralmente incentivando a compra física para que não leitores possam ver o exemplo e se sentirem estigados a fazer o mesmo. Diminuindo assim o custo final do livro, a busca por versões ilegais e democratizando o acesso a cultura e ao entretenimento.