Problemas causados pela possível aprovação da proposta de taxação de livros no Brasil
Enviada em 28/05/2021
Na lista dos países que possuem maiores cargas tributárias do mundo, o Brasil ocupa o 14º lugar, dessa forma, é um dos territórios que mais cobram impostos no mundo. No entanto, no setor de livros o países possue uma política de insenção de taxas sobre obras literárias. Entretanto, existem propostas para que tal compromisso com a lieterátura seja quebrado de vez pelo governo. Assim, tal fato traria problemas para a população, com isso o brasileiro irá ler cada vez menos e o setor de livrarias e editorial não conseguira manter seus empregados e suas receitas.
Em primeiro lugar, é importante destacar que medidas em relação a cobrança de taxas sobre os livros pode diminuir ainda mais a participação do brasileiro no mundo da literatura. Segundo estudos do instituto Pró-livro, o brasileiro lê cerca de 2,14 livros por ano. Tal média é risível perante a países orientais que possuem as maiores médias. Dessa forma, pode se perceber que o brasileiro possue pouco contato com livros e com a implementação de impostos a relação de aprendizado com a literátura vai se extinguir aos poucos. Assim, o país tera uma população menos edificante para seu futuro.
Em segundo lugar, outro fator que justifica tal problematização da taxação do mercado editorial é a questão da manutenção de livrarias e editoras e seus funcionários. Segundo a empresa Nielsen Bookscan em dados repassados para o SNEL, o Brasil teve 41,91 milhões de livros vendidos. Tal fato se deve muito ao fato de que esses produtos não possuem impostos sobre eles. Com isso, se tal proposta reguladora abranger os livros, muitas empresas terão menos lucros e irão demitir funcionários. Assim, também passarão a investir cada vez menos no Brasil. Dessa forma, a pátria verde e amarela possuirá mais desempregados e cada vez menos leitores.
Enfim, para que tal problema acerca de impostos no mercado literário seja solucionado de forma eficiente, medidas devem ser tomadas. Assim sendo, autores brasileiros poderiam se unir em suas redes sociais e fazerem uma campanha e protestos digitais cobrando vários políticos acerca da reprovação da medida sobre os impostos. Tal ato seria realizado em cooperação as leitores brasileiros partcipantes das mídias digitais. Com isso, contariam com a participação de todos, agregando assim pessoas que possuem alguma deficiência. Em seguida, ao fazerem a petição aos governantes, tais medidas reguladoras dificielmente seria, aprovadas. Dessa maneira, o Brasil mesmo não tendo uma população que leia muito, terá um páis que protege aqueles que leem.