Problemas causados pela possível aprovação da proposta de taxação de livros no Brasil

Enviada em 29/05/2021

O Brasil é um dos países que mais se cobra impostos no mundo. Como consequência, todas as áreas que são reguladas, tem seus produtos de consumo encarecidos. Assim que se toma conhecimento disso, fica perceptível que: taxar os livros causaria ainda mais problemas relacionados à acessibilidade da leitura para a formação crítica. Pois, em uma tentativa de reaver os prejuízos causados ​​pelo Estado ao comerciante, esse preço se eleva. Ademais, a taxa média de leitura, dos brasileiros que lêem, é baixa em comparação a países que “exportam gênios”, como a Índia.

Por consegu inte, se de um lado existe uma parcela enorme da população que sofre com o anafabeltismo funcional, do outro, o Estado dificuldade ainda mais o acesso à leitura. Dessa forma, uma ignorância intelectual perpetua-se de geração em geração. Por esse modo, o desejo dos governantes, que especial de uma massa eleitoral não questionadora, se realiza. Tudo isso, se encaixa no pensamento de Ludwig Von Mises: Ideias, e somente ideias vão iluminar a escuridão. Essas ideias, não surgem do nada, mas sim da base dos livros, e dizem respeito à crítica dos pensamentos. Com isso, é indispensável, que aconteça o processo de leitura e interpretação.

Em sintética, o Brasil já enfrenta problemas sérios, no âmbito da leitura. Logo, o provável aumento no imposto incidente sobre a venda dos livros, o acesso a eles se tornaria ainda mais díficil. Além da parte crítica do pensamento ser prejudicada, como já foi citado, a parte criativa perde. Já que as ideias provém de livros, e se o acesso a eles se torna mais restrito, a capacidade produtora de projetos ou descobertas inovadoras é afetada também. Pois, países mais desenvolvidos que o Brasil, investem na leitura, e seus resultados acadêmicos são mais satisfatórios.

Portanto, não se pode esperar de uma nação, que deseja desenvolver, um ataque à liberdade de leitura e capacidade intelectual de produção. Por isso, uma população deve impulsionar o Estado para esse novo imposto não seja posto adiante.