Problemas causados pela possível aprovação da proposta de taxação de livros no Brasil
Enviada em 11/07/2021
De acordo com Monteiro Lobato “um país se faz com homens e livros”, tais palavras expressam a importância do livro como essência de uma nação. Na atualidade, consta a errônea ideia da taxação de livros em 12% no Brasil, impasse que acarretará em danos econômicos e sociais no país. Problemas que afetará indivíduos com renda baixa, juntamente com a quebra das editoras. Dessa forma, tal proposto não poderá ser validada.
Sob esse viés, é necessário dar enfoque naquelas pessoas com renda baixa que não terá condições de comprar os livros. De fato, não são todos os indivíduos que possuem o privilégio de adquirir livros, imagine se o mesmo for taxado, assim, a medida que a queda da aquisição dos livros aumentem, maiores serão os prejuízos que o mercado editorial enfrentará. Desse modo, medidas são necessárias para evitar possíveis problemas futuros.
Outro ponto relevante é a possível quebra das editoras, gerando um retrocesso econômico no Brasil. De certo, o mercado editorial contribuí muito para a economia do país, todavia, a nova proposta ameaça seu desenvolvimento — já afetado pela pandemia, pois, com o aumento dos livros as vendas cairão, enfraquecendo as editoras e as impedindo investir em novas publicações. Posto isso, a consequência resultará no desenvolvimento intelectual dos cidadãos, visto que “a leitura é para a mente o que o exercício é para o corpo”, assim como afirmou Richard Steele.
Diante do exposto, consta a inserção de métodos para evitar tal situação. Cabe as Organizações não governamentais de apoio à educação, em parceria com a sociedade, crie campanhas nas redes sociais e façam protestos pacíficos nas ruas, através de abaixo assinado on-line, com o objetivo de defender o livro e despertar atenção dos políticos do Congresso Nacional. Desse modo, teremos um país estruturado, como afirmou Monteiro Lobato.