Problemas causados pela possível aprovação da proposta de taxação de livros no Brasil
Enviada em 05/11/2021
Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, entretanto não é essa a realidade vivenciada por milhões de brasileiros. Nesse sentido, torna-se relevante o debate acerca de problemas ocorridos pela possível aprovação da proposta de taxação de livros no Brasil para que todos tenham direito a cultura, pois todos têm direito a acesso aos livros. Assim, o principal aspecto a ser considerado a esse respeito é a desigualdade educacional.
A priori, o sociólogo Pierre Bourdieu, a violência simbólica pode ser entendida como toda forma de subordinação implícita de um opressor sobre um oprimido. Nesse viés, a taxação dos livros e um dos exemplos, já que uma população de baixa renda, muitas vezes, vê-se de modo inferior em relação à classe mídia que possui acesso à educação qualificada, ainda que não perceba isso conscientemente. Além disso, a sociedade de uma renda menos qualificada acaba sendo muito prejudicial, visto que, com a taxação os livros pode ser que só parcela da população tenha acesso. Por isso, os custos dos livros não iluminados acontecer.
Outrossim, cabe analisar que uma das ferramentas mais ricas para a educação são os livros. Nesse contexto, a melhor solução segundo o filósofo matemático Pitágoras, é “Educai as crianças para que não seja preciso punir os homens”. Decorrente disso, um dos pilares para uma educação excelente é o acesso dos livros para todos não só para uma sociedade elitizada. No qual, toda a população deve ser acesso à leitura gratuita.
Portanto, a aprovação dos livros no Brasil desencadeara mais desigualdade educacional, o Ministério da educação deve melhorar a condição de ensino para os mais pobres por meio do acesso a leitura e assim consigam ter uma educação qualificada. Ademais, o governo deve promover a segurança da educação, por meio da proibição da taxação de livros, para que todos tenham os mesmos direitos. Desse modo, só assim a violência simbólica educacional acabe.