Problemas e desafios do transporte público urbano

Enviada em 03/10/2022

Na obra “O cidadão de papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein crítica o sistema de leis do Brasil, o qual possui uma boa elaboração, porém carece de efetividade na prática. Sob esse viés, a crítica da obra sobredita se aplica no contexto nacional quanto aos problemas do transporte público urbano, pois é uma questão a ser solucionada. Logo é necessário medidas para solucionar o impasse que é motivado pelo alto custo da tarifa cobrada e pela super lotação nesses transportes.

Em primeiro lugar, cabe destacar o alto custo das tarifas. Segundo um levantamento feito pelo G1, o preço em média que os brasileiros pagam para se deslocar é de R$ 4,10, e em algumas cidades pode chegar até R$ 5,50, se tornando ainda pior. Apesar de muitas empresas apostarem em veículos elétricos, no Brasil, a grande maioria dos ônibus ainda usam combustíveis fósseis, isso faz com que a população fique sujeita ao aumento dos preços de tarifa que ocorrem pela oscilação do valor do petróleo.

Ademais, cabe destacar também a super lotação regularmente nesses transportes. No filme “Tô Ryca” é exibido cenas em que a protagonista utiliza o transporte público diariamente, retratando como é desagradável a situação de lotação excessiva. De maneira análoga a situação diária de muitos brasileiros, isso acontece por conta da baixa frequência desses veículos, a população é obrigada a enfrentar aglomerações para chegar ao seu destino e quando o limite da capacidade de pessoas extrapola dentro de um ônibus, metrô ou trem, este veículo passa automaticamente a assumir alguns sérios riscos em casos de acidente.

Portanto, para modificar e realizar melhorias no transporte público, é necessário que o Ministério do Transporte proporcione mais segurança e conforto para a população, mordenizando-o e garantindo o seu acesso á população, aumentando os meios de transporte para além de ônibus, investindo na instalação de trens, metrôs e ciclovias, e também, deve haver a diminuição do preço de tarifas.