Problemas relacionados à alimentação no século XXI
Enviada em 17/03/2020
Ao afirmar ’’ a verdadeira felicidade só é possível com a verdadeira saúde, a verdadeira saúde é impossível sem um rigoroso controle de gula’’, o líder pacifista Mahatma Khandi conecta, de certa maneira,a saúde ao controle alimenta. No hodierno cenário, tal raciocínio, de fato, está correto; visto que, fora a genética, o mal hábito alimentar é responsável pelos altos índices de sobrepeso no Brasil. Isso porque, pela a falta de conhecimento frente aos problemas relacionados a nutrição incorreta e o avanço tecnológico dos meios tecnológicos. Assim, é necessário discutir aspectos sociais da questão.
Primeiramente, é fulcral pontuar que o problema deriva da falta de conhecimento do indivíduo no que pode ocorrer com a sua saúde ao conviver com péssimos hábitos alimentares. Segundo Confúcio, filósofo chinês, ‘‘Não vivemos para comer, comemos para sobreviver’’, entretanto, a cultura da alimentação processada do século XXI, vai de contra o filósofo e o resultado são os aumentos dos índices de sobrepeso e obesidade. Em tal contexto, esses indivíduos estão sujeitos a diversos problemas de saúde e ,na pior das hipóteses, alcançar um estado crítico de obesidade a ponto de precisar participar da longa fila do SUS para realizar uma cirurgia bariátrica. Nesse sentido, demostra a necessidade de políticas públicas que contenham a problemática.
Outrossim, é valido destacar os Avanços dos meios de transporte, que possibilitam o deslocamento sem esforço físico, o que acaba por agravar o sedentarismo vigente, assim, o aumento de peso. Segundo o Ministério da Saúde 52% dos adultos estão acima do peso ideal. Nesse aspecto, os adultos, brasileiros, em sua jornada diária de ida e volta do trabalho por meio de transportes, aliado à falta de atividades físicas, resulta a esses dados e em sua estagnação.
Em suma, é essencial que o Estado intervenha para que haja mudança desse quadro. Para tanto, cabe ao Ministério da Saúde, por meios das escolas, acrescente nas grades curriculares a disciplina de educação alimentar. Espera-se, com isso, a redução dos índices de sobrepeso e obesidade para as futuras gerações, visto que o controle alimentar deve começar desde a infância, educar as crianças sobre a importância da nutrição correta e a importância da prática de atividades físicas é o primeiro passo para conter o avanço. Ademais, tornar gratuito, pelo SUS, o tratamento clínico para evitar o estado crítico de obesidade, a fim de conter o aumento das filas de espera para cirurgia bariátrica e a redução da obesidade nos adultos. Feito isso, o problema vivenciado gradualmente será erradicado e a felicidade, conforme Khandi, alcançada.