Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 28/08/2019
A Floresta Amazônica ocupa 40% do território brasileiro, estendendo-se para países como Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Colômbia e Guiana Francesa, possuindo uma alta biodiversidade de plantas e animais. Conquanto, essa, que é importante na retirada de dióxido de carbono e sendo uma fonte valiosa na luta contra o aquecimento global, vem sendo destruída pela ação antrópica e por interesses econômicos. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
Hodiernamente, ocupando a primeira posição entre os países que mais destroem Florestas Tropicais, seria racional acreditar que o Brasil possui um órgão de fiscalização eficiente. Contudo, a realidade é justamente oposta e o resultado desse contraste é refletido no aumento de números de desmatamentos e queimadas. Segundo o G1, as queimadas no Brasil aumentaram de 82% em relação ao ano de 2018, o que significa ser fruto do desmatamento. Diante disso, é inadmissível que o poder público continue agindo de forma negligente.
Faz-se mister, ainda, salientar, a ação do homem em busca de seus próprios benefícios e interesses econômicos como impulsionadores do problema. Na música “Earth Song”, de Michael Jackson, o cantor faz um apelo ou uma lamentação sobre o que vemos fazendo com o mundo, e isso, coincidentemente, reflete no cenário atual. Além do mais, a falta de vigor nas leis aproximam a mata das ações humanas e econômicas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. É forçoso que o Ministério do Meio Ambiente invista em empresas que ajudem nesse processo de fiscalização, monitorando fazendas de frigoríficos e multando todos aqueles que desmatam de forma ilegal. Além disso, fazer a criação de mais Unidades de Conservação auxiliará nessa ação. As escolas, sob o mesmo ponto de vista, devem conscientizar os alunos sobre a preservação da Amazônia. Com isso, espera-se obter melhora nesse setor.