Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 02/09/2019
Ao observar o cenário atual, vemos que o homem, em sua imprudência, vem destruindo a nossa fauna e flora. Um exemplo extremamente relevante nos dias atuais é a situação da Floresta Amazônica. A exemplo disso, temos visto nos últimos dias inúmeras notícias e imagens que comoveram não só os brasileiros, mas todo o mundo.
A partir disso, podemos trazer à tona a Terceira Lei de Newton, a qual diz que qualquer ação originará uma reação de mesma intensidade. Desta forma, o homem tem agido de forma insensata, provocando ações que gerarão reações com equivalente - ou até pior - poder destrutivo. Ações estas que vão desde o mais simples descarte de um copo nas ruas até o derribamento de uma árvore.
Atualmente, podemos contemplar desmatamentos, queimadas, degradação do solo, arrasamento da fauna, desflorestação e a destruição de tribos indígenas, os quais são apenas alguns dos problemas aos quais nós, humanos, temos submetido a Floresta Amazônica. Tal fato tem levado diversas autoridades mundiais e até celebridades a oferecerem apoio no intuito de extinguir tais infortúnios. Vale citar o ator norte-americano Leonardo DiCaprio que, através de sua fundação “Earth Alliance” (“Aliança da Terra”), anunciou que doaria US$ 5 milhões para reparação dos danos causados à Amazônia.
A partir disso, cabe ao Estado - não só brasileiro, mas de todos os países em que a Floresta se encontra - tomar providências imediatas para conter a destruição da Floresta Amazônica. Portanto, é necessário (no caso do Brasil) que o Ministério do Meio Ambiente faça intervenções diretas nas áreas danificadas, no intuito de realizar reflorestações, além de conceder novos abrigos aos indígenas e àqueles que tiveram suas moradias destruídas. Por fim, é necessário que o Estado trabalhe em parceria com a mídia televisiva e digital, a fim de desenvolver propagandas de conscientização quanto à preservação da Floresta Amazônica e, consequentemente, do meio ambiente em geral.