Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 03/09/2019

A floresta amazônica, segundo o IBGE, possui a maior biodiversidade do mundo. No entanto, ela está sofrendo muito com a ação antrópica. Tendo em vista que, a substituição da mata por pastagens e lavouras irão acarretar em mudanças climáticas em todas regiões do planeta e, além disso, vão diminuir a variedade biológica, se faz necessário um aumento na fiscalização ambiental, para proteger a maior floresta tropical da Terra.

A princípio, é importante ressaltar que, com a derrubada das árvores, o carbono que estava sequestrado nas plantas será liberado para a atmosfera, contribuindo para a intensificação do efeito estufa, consequentemente, aumentando o aquecimento global. Em 1997, os países integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU), assinaram o Protocolo de Kyoto, com objetivo de reduzir a emissão dos gases causadores do efeito estufa. Entretanto, a ratificação dele não ocorreu até os dias atuais, porque com o aumento da devastação do bioma amazônico, eleva-se a taxa de lançamento de carbono na camada que envolve a esfera da vida, indo de encontro com o que foi assinado na década de 90.

Em segunda análise, cabe destacar o sucateamento da fiscalização ambiental na Amazônia. De acordo com o artigo 225, da Constituição Federal, promulgado em 1988, é dever do Estado e da sociedade preservar e proteger o meio ambiente. Todavia, o atual panorama é distante disso. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em comparação de julho de 2018 com o mesmo mês de 2019, o índice de desflorestamento subiu 278%. Logo, simultaneamente ao crescimento da devastação, o número de policiais ambientais deveria ter uma elevação, mas isso não acontece.

Portanto, é mister que os  países assinantes do Protocolo de Kyoto tomem providências para amenizar o quadro atual. Para aumentar a fiscalização, urge que eles comprem drones, contratem profissionais que possuam manuseio excelente dessa ferramenta e os treinem para atuar em conjunto com um grupo de militares. O capacitação será realizada em ação, ou seja, localizando os desflorestamentos e prendendo os desmatadores, desta forma em pouco tempo os soldados agirão com perfeição. Assim sendo, a floresta amazônica continuará sendo a com maior biodiversidade do mundo e as mudanças climáticas não ocorrerão.