Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 05/09/2019

A Floresta Amazônica é a maior floresta do mundo. Ela apresenta cerca de um quinto porcento de todos os animais existentes na face da terra, além de ter grande importância em sua flora, visto que contém inúmeras árvores e plantas as quais são extraídas e utilizadas como fonte econômica. Porém, a extração exagerada sem reposição pode causar inúmeros danos irreversíveis a este ecossistema. Portanto, não cabe somente ao Brasil, país o qual contém a maior parte desta floresta, preservá-la, mas sim, a todos os países.

Primeiramente, entende-se que a floresta amazônica possui uma extensão de 5500000 quilômetros quadrados, de acordo com pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística, e por isso o governo brasileiro é incapaz de realizar uma devida fiscalização sobre as atividades ilegais, como caça e extrativismo em ares de preservação, ao utilizar somente verbas locais. Em decorrência disso, para tentar ajudar nesta fiscalização e reposição da flora local, países como Alemanha e Noruega realizavam doações de milhões de euros para ajudar nesta atividade. Entretanto, o presidente Jair Bolsonaro cortou esse fundo, já que via esta atividade como uma espécie de compra do ecossistema. As consequências deste ato podem ser desastrosas, visto que sem a fiscalização devida, as práticas ilegais só aumentarão.

Ademais, a perca do ecossistema trará consequências negativas para todo o mundo, pois é nele em que estão localizadas as mais diversificadas espécies de animais e plantas. A principal causa do desmatamento da Amazônia é a ocupação de áreas de reserva florestais por empresas estrangeiras e nacionais que as utilizam para desenvolvimento agrário, com a finalidade de aumentar suas áreas para plantações e pecuária. Entretanto, é perceptível que a biodiversidade que será “sacrificada” para estas ações não se recuperará.

Portanto, de acordo com os dados supracitados o governo brasileiro, por meio de pedidos a Organização das Nações Unidas, teria de aceitar e incentivar os países do mundo a colaborar financeiramente para a contribuição da fiscalização da Amazônia, para que as práticas ilegais comuns nesta região ocorram com menor frequência. Outrossim, os governos dos países, como Brasil e Alemanha, juntamente com a mídia, deveriam expor as empresas, para todo o mundo, por meio de comercias nas televisões e posts nas redes sociais, que utilizam de áreas de preservação da Amazônia para aumentar sua produção, com a finalidade de que concientize a população sobre este ato, para que diminua o números de consumidores e, assim, fazer com que as empresas parem de ultrapassar das áreas permitidas de suas produções.