Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 06/09/2019

No século XVI, no processo de colonização do Brasil, os portugueses exploraram o território pegando recursos naturais, como o pau-brasil, para usufruir como bem da nação de Portugal. Tal ocorrência foi um tremendo desrespeito não somente aos índios, mas também ao meio ambiente. Hodiernamente, vive-se em uma realidade onde o indivíduo brasileiro não protege a Floresta Amazônica, assim como os portugueses fizeram. Com isso, convém analisar a forma em que a Floresta Amazônica é tratada, e a ignorância populacional em não viver em harmonia com o meio ambiente.

No documentário “Cowspiracy”, da Netflix, mostra-se uma realidade onde a população mundial polui a atmosfera por meio da agropecuária, tendo que, no processo, desmatar florestas. Pode-se afirmar que tal problema ocorre na Floresta Amazônica, com o Estado usufruindo do mesmo processo: desflorestando e poluindo, visando a criação de gado para o mercado pecuário.

“Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”. No trecho de Paul Watson, cofundador da fundação Greenpeace, percebe-se que a população humana desrespeita a natureza, chegando até a poluí-la. Tal problema infelizmente ocorre no Brasil e o país nunca poderá viver em harmonia com o meio ambiente desmatando a Floresta Amazônica.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) proteger por completo a Floresta Amazônica, tornando proibido o desmatamento. Isso por meio de criação de leis no Poder Legislativo, visando um Brasil sem poluição. Cabe também ao Ministério da Educação (MEC) elaborar uma equipe de ambientalistas com o objetivo de irem às escolas ao menos uma vez por semana, deixando claro a importância de se preservar o meio ambiente. A equipe será organizada por meio de provas de concursos públicos, visando também um  sem poluição. Somente assim, pode-se proteger a Floresta Amazônica, ao contrário dos portugueses no século XVI.