Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 03/10/2019
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto quando se observa a proteção da floresta amazônica: dever do Brasil ou do mundo todo?, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país.
É indubitável, que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Tal fato, se reflete nos escassos governamentais nas leis que deveriam proteger o a amazônia, o Brasil é o país que mais altera as leis, e devido à de administração e fiscalização pública por parte de algumas gestões, isso não é firmado. Segundo pesquisadores liderados pela ONG, entre os anos de 1961 e 2017, 61% das mudanças ocorreram no Brasil.
Outrossim, destaca-se o desmatamento e a poluição como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira de coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linda de pensamento, observa-se que, as queimadas desenfreadas, aumentam a incidência de carbono gasoso na atmosfera. Segundo o portal de notícias o G1, as queimadas causam mais de 75% da emissão de gás carbônico.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Destarte, o Governo Federal deve impor leis mais severas, para evitar mudanças grandes no bioma. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas e essas mudam o mundo. Logo, o Ministério do Meio Ambiente, deve investir em tecnologia para detectar focos de queimadas mais rapidamente e palestras em escolas, ministradas por biólogos, que discutam a preservação do floresta, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus.