Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 18/10/2019
A floresta amazônica possui uma imensa diversidade biológica e 20% da água doce da superfície terrestre. Portanto, vê-se a importância dessa. Contudo, essa terra está sendo gradativamente desmatada, o que causa impactos no mundo todo. Logo, há alguns anos, foi assinado um acordo em que 195 países, inclusive o Brasil, fixaram metas a fim de frear o aquecimento global. Porém, o Brasil está longe de alcançá-la, pois a fiscalização nesse território é ineficiente e, portanto, há um grande desmatamento. Dessa forma, percebe-se que a Amazônia é um patrimônio mundial e que medidas devem ser tomadas com o intuito de alcançar o objetivo do Acordo de Paris.
Acerca dessa lógica, enxerga-se a influência que a floresta exerce sobre todos os países. Segundo pesquisas do G1, ela é responsável pela umidade da América do Sul e, consequentemente, influencia no clima global. Ademais, essa é a região com a maior biodiversidade mundial e com, aproximadamente, 20% da água doce do planeta. Portanto, o desmatamento da região pode causar problemas sérios, como a perda da biodiversidade, erosão dos solos, extinção de rios, alteração do equilíbrio climático de muitas regiões, intensificação do efeito estufa e desertificação. Logo, vê-se que é necessário medidas para conservar a área.
Outro aspecto relevante é a criação de metas com a finalidade de frear o aquecimento global. Em 2015, houve um encontro que, por meio das iNDCs, cada nação apresentou sua contribuição de redução de emissões dos gases de efeito estufa, seguindo o que cada governo considerava viável a partir do cenário social e econômico local. Esse momento ficou conhecido como Acordo de Paris. Porém, mesmo com leis que proíbam as queimadas, poluição e caça, o Brasil não alcança a expectativa e segundo pesquisas publicadas no G1, o país quase abandonou o acordo em 2019. Outrossim, em função da gigantesca extensão territorial da Floresta Amazônica, a fiscalização é extremamente complicada. Além disso, o governo brasileiro coloca poucos fiscais atuando na região, fato que dificulta ainda mais a fiscalização.
Diante disso, percebe-se que a Amazônia é um patrimônio internacional, uma vez que interfere nos outros países. Ademais, a região possui uma crescente taxa de queimadas, apesar de haver leis que as proíbem. Assim, enxerga-se que medidas devem ser tomadas. O Governo deveria impor as leis mais rigidamente, por meio de um sistema de fiscalização eficiente. Além disso, há a necessidade de investimentos em instituições que garantam a diminuição do desmatamento, para assim, alcançar a meta do Acordo de Paris.