Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 31/10/2019

O romance da autora americana Lois Lowry ‘‘The Giver’’ retrata um mundo utópico onde a natureza se encontra em pleno estado de preservação. Contudo, no Brasil, observa-se que, por conta de insuficiências governamentais e ignorância da população, a Floresta Amazônica sofre cada vez mais com o desmatamento. Desta forma, um questionamento se instaura: Quem deve cuidar da maior reserva de biodiversidade do mundo?

Primeiramente, é crucial analisar a instabilidade no comprometimento com as políticas de preservação. Segundo o estudo ‘‘O futuro incerto das terras e águas protegidas", entre 1961 e 2017, o Brasil foi responsável por 61% das alterações de leis que deveriam proteger a Amazônia. Tendo em vista tal dado, é pueril afirmar que o governo está verdadeiramente comprometido a resguardar este bioma.

Ademais, é importante ressaltar o do valor crítico da Amazônia para a economia. Diversas família dependem da floresta para sua autossuficiência, assim como ela possui uma grandeza medicinal incalculável, uma vez que 20% da flora mundial se encontra nela. A despeito desses dados, a população continua desmatando a natureza por falta de conhecimento de como a mata pode impactar positivamente na vida de todos os cidadãos.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Em primeiro plano, a Organização das Nações Unidas deve, por meio de reuniões com líderes dos países que abrigam o bioma amazônico, fazer com que eles cumpram e não alterem as leis de preservação, para que haja menos casos de desmatamento. Por fim, seguindo a lógica de Immanuel Kant, ‘‘O homem  é aquilo que a educação faz dele’’, O Ministério da Cultura deve, através de propagandas em horário nobre, conscientizar a população sobre pequenas medidas de preservação ambiental e a importância da  Amazônia para o país. Destarte, os problemas relacionados ao tema serão minimizados.