Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 28/11/2019
Floresta Amazônica e a ambição humana.
Segundo Albert, filósofo alemão, o mundo tornou se perigoso, porque os homens aprenderam a dominar a natureza antes de dominarem a si mesmos. Entretanto, esse domínio sobre a natureza tem causado prejuízos irreversíveis, tais como destruição das florestas, da biodiversidade de plantas, extinção de animais, adição dos gases de efeito estuma, entre outros fatores.
Em primeiro lugar, vale ressaltar a queimada da Floresta Amazônica, fato que moveu atenção do mundo inteiro. Segundo o governo brasileiro, os focos dos incêndios foram causados devido a seca intensa do mês de agosto, porém, alguns afirmam que o real motivo foi diminuição de verbas para projetos de proteção da floresta, acentuado pela ação humana e o descaso dos atuais governantes. Em vista desse problema, houve mortes de animais silvestres, queimada de um vasto território, alteração da flora e muitos outros prejuízos.
Em segundo lugar, podemos citar o filme como “Mogli- O menino lobo”, que descreve o convívio amigável do ser humano com os animais em meio à floresta. Tal fato descrito difere dos dias de hoje, onde não existe essa relação harmônica e civilizada, pois o egoísmo exagerado, a ganância e a despreocupação com o futuro, estão ligados de forma direta com o fim da natureza. Assim, podemos perceber que o cenário é alarmante, e se faz necessário mudanças drásticas desde já .
Cabe ao atual governo, por meio do Ministério do Meio Ambiente e o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), fiscalizar as áreas das florestas periodicamente, isso deve ser feito pelos colaboradores dos órgãos atribuídos, de modo que eles devem conscientizar, e se necessário notificar e efetuar multas e o dinheiro das mesmas, será revertido em reflorestamento e proteção da fauna e flora. Também deve ser feito alianças com outros países, para que a conservação da Floresta Amazônica seja compromisso do mundo inteiro.