Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 06/02/2020
Segundo o historiador José Augusto Páduo, “A gente precisa de um projeto muito mais inteligente para a floresta amazônica do que transforma-lá simplesmente em pasto”. Infelizmente por negligência do governo brasileiro, o bioma amazônico se encontra em um avançado processo de degradação, tornando-a em um hotspot. As consequências de tal fato, são explicitadas na falta de chuva em algumas regiões do Brasil e em outras partes do mundo, precisando-a de uma intervenção mundial.
Conforme o jornal digital Correio Braziliense, o desmatamento da amazônia cresceu 15% nos últimos 12 meses, somente em julho de 2019, a destruição da floresta somou 1.287 quilômetros quadrados, é um aumento de 66% em relação a julho do ano passado. Entre agosto de 2018 e julho de 2019, é o período em que o volume total de desmatamento chegou em 6.833 quilômetros quadrados.
Outrossim, é valido ressaltar que, de acordo com o G1 que realizou uma reportagem onde apresenta que há três biomas que foram afetados com a queimada de realizada na Amazônia em agosto de 2019: a tundra, que ocorre em diversas regiões da Rússia, a savana, que cobre boa parte da Angola, e o amazônico. Assim, diminuindo o a biodiversidade mundial, e impactando diretamente no clima do globo pelo aquecimento global
Em suma, são necessárias medidas que atenuem o devastamento que está ocorrendo na Amazônia. A ONU (Organização das Nações Unidas) deve organizar uma reunião aonde os países que são diretamente afetados por esse desmatamento, possa opinar sobre novas e antigas leis. Com novas leis poderão ter o direito de votar contra ou a favor, e sobre leis antigas poderão revoga-las, este conselho deve acontecer de 6 em 6 meses, e o local da reunião vai realizado em Brasília.