Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 06/05/2020

Nos últimos anos, é visível a preocupação das entidades com as consequências da ação humana na Floresta Amazônica. Nesse viés, surgem questionamentos sobre a responsabilidade de proteção desse patrimônio ambiental, já que a Amazônia é a maior mata do mundo, e contribui para diversos fatores naturais. Nesse sentido, a incessante busca pelo lucro e o descaso político acerca desse local assola progressivamente o “pulmão do mundo”.

Em primeiro plano, desde o período colonial a mata é explorada erroneamente para fins econômicos e, consequentemente, desde então, desmatamento e ações prejudiciais são realizadas na floresta. Nesse sentido, nota-se a extrema necessidade de medidas protetoras para a preservação futura, de modo que a humanidade possa utilizar dos recursos naturais proporcionados por esse vasto território.

Além disso, no ano de 2019 a floresta vivenciou um incêndio devastador, que mobilizou grande parte da população mundial para a proteção da mata. O presidente do Brasil, segundo o jornal Exame, declara que o país não possuí recursos para o combate o fogo e em contrapartida alerta para que outros países não interfiram na situação. Deste modo, é notório o descaso político com uma das maiores riquezas mundiais.

Em suma, é imprescindível que o poder público, mantenedor da ordem, bem-estar social e processo civilizatório, crie políticas públicas que viabilizem a participação de outros países no processo de proteção da Amazônia, criando associações que visão os mesmos interesse ambientais, para que deste modo, haja mais recursos e consequentemente melhor desempenho do objetivo. Desta maneira, será possível almejar um ambiente preservado e benéfico para a humanidade.