Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 30/04/2020

A floresta amazônica é a maior floresta tropical do planeta e contém 1/5 da água doce nela existente em estado líquido, muito por causa da bacia do rio amazonas. Estima-se que cerca de 20% do oxigênio mundial seja produzido por essa floresta, que é conhecida como popularmente como “pulmão mundial”.

À vista disso, é perceptível a importância dessa floresta o âmbito global, entretanto a ampla exploração capitalista a esse ecossistema tem trazido algumas consequências para o contexto internacional, como o aumento do aquecimento global e o desequilíbrio da cadeia alimentar.

Vale ressaltar, de início, que esse biossistema é um dos principais responsáveis pela estabilização do clima em todo mundo. De acordo com uma publicação do G1 no ano de 2017, cerca de 90 a 140 bilhões de toneladas métricas de carbono foram absorvidos pela flora amazônica no ano de 2016. Mediante a isso, é indiscutível mencionar o quão importante é esse ecossistema para o controle dos níveis de CO2 na atmosfera, que é o principal gás estufa responsável pelo aumento do aquecimento global. Logo, é compreensível que a redução dessas áreas florestais causam graves consequências ao contexto internacional, como o derretimento das calotas polares e a morte de espécies.

Em segundo plano, nota-se que a grande exploração a essas regiões trazem graves consequências para a fauna e flora mundial. O documentário “10 bilhões - o que tem para comer?”, aborda em sua temática a grande exploração agropecuária na região Norte do Brasil e as consequências dessas atividades na biodiversidade local. Desse modo, é entendível quais são os grandes impactos ocasionados pela a perca dessas espécies vegetais e animais, que vão desde o desregulamento de uma relação entre autótrofos e predadores, até a não apropriação da vida humana na terra.

Em suma, é necessário que as áreas amazônicas sejam inspecionadas e protegidas internacionalmente. Sendo assim, a ONU deve lançar projetos conjuntamente com o governo brasileiro para aumentar a fiscalização e delimitar as áreas que poderão ser utilizadas pelo o governo local e as áreas de reservas ambientais mundiais. Logo, medidas como essa pressionaria o governo nacional e implantaria maior rigor as atitudes ilícitas contra o meio ambiente, garantindo assim a minoração da extinção das espécies e um mundo mais sustentável.