Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 21/07/2020
A floresta amazônica tem grande importância para o Brasil e o mundo, nela contém um grande número de fauna e flora, além de impedir a desertificação de boa parte do Brasil. Contudo, atualmente, apesar do amplo conhecimento do seu valor, a proteção desse patrimônio não ocorre da maneira que deveria. Isso acontece, principalmente, devido à pouca verba e monitoramento, o que propicia para a degradação das plantas, animais e do ecossistema exclusivo dela.
Em primeiro lugar, é importante salientar a inobservância estatal sobre a situação da floresta como um dos principais entraves que possibilita a destruição dela. De acordo com o site g1, apenas um décimo do território do ‘‘pulmão do mundo’’ é devidamente monitorado e regularizado. Tal fato evidencia o descaso do governo com o ambiente, uma vez que com a sua extensão é necessário diversos especialistas, vigias e verba para garantir seu monitoramento e, assim, assegura sua proteção.
Logo, essa falta de controle sobre a floresta amazônica permite que madeireiros e garimpeiros ilegais causem prejuízos irreparáveis nela. De fato, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2018, quase dez mil quilômetros quadrados foi desmatado do território da floresta amazônica. Desse modo, é possível perceber a ampla circulação do extrativismo vegetal e mineral ilegal. Isso devido, principalmente, à péssima proteção da floresta pelo país, possibilitando, assim, perceber que para garantir a segurança dese patrimônio é preciso que o mundo ajude na sua manutenção a curto prazo.
Portanto, diante de tal contexto, para assegurar a proteção da floresta amazônica, é dever do Governo, com auxilio global, aumentar o monitoramento da região florestal. Tal ação deve der feita por meio da contratação e disponibilização de pessoal qualificado, bem como a destinação de verba para a manutenção de equipamentos de vigilância, principalmente câmeras e computadores para a fiscalização.