Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 06/07/2020
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em 2019 o número de queimadas na Floresta Amazônica foi 30% maior em comparação a 2018. Dado a gravidade, países da União Europeia ofereceram ajuda no mesmo ano. Em virtude disso, os discursos sobre preservação desse bioma ganharam enfase em todo o mundo, com destaque ao não cumprimento das leis de defesa nacionais e os impactos à biodiversidade do planeta.
De acordo com dados do IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, o desmatamento da atingiu mais 7.500 quilômetros quadrados em 2018. Ficais dizem que o governo de Jair Bolsonaro isentiva às atividades de madeireiros ilegais, pois, além de reduzir o orçamento do instituto, aumentou à burocracia para aplicação de multas. O presidente afirma trata-se de uma “industria de multas”. Considerando essas informações, há uma negligencia brasileira quanto à proteção da mesma.
Vale ressaltar que, como discutido no Acordo de Paris, preservar a Floresta Amazônica é fundamental para manter o aquecimento global abaixo de 2ºC nesse seculo, o contrario levaria o derretimento de geleiras, aumentaria o nível do mar, consequentemente o desaparecimento de praias. Ademais 20% da água doce da terra, essencial a vida, principalmente a humana, está em tal bioma. Sendo assim, é evidente, conserva-la é dever mundial.
Portanto, urge, respeito as leis nacionais já existentes, o governo deveria julgar processos em andamento, aumentar a fiscalização e aplicar devidas punições aos infratores, de forma à preservar a floresta e enfraquecer o crime. Quanto aos demais países devem cumprir os acordos já assinados, elaborar novos, baseados nas necessidades atuais, uma vez que a devastação aumenta a cada ano. Dessa maneira preservaríamos mais da metade da biodiversidade do planeta e reduziríamos o aquecimento global.