Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 08/08/2020
Segundo o site de ativismo ambiental Green Peace, a floresta amazônica é lar de 20% da fauna mundial além de ser uma das maiores responsáveis pela estabilidade climática global. Por isso, a proteção dessa floresta não é somente dever do Brasil mas sim do mundo todo, uma vez que o beneficia de maneira completa. Dessa maneira, é necessário ratificar a sua importância para a humanidade e elucidar as práticas que a tem destruído na atual conjuntura.
A priori, é válido citar que os rios suspensos da Amazônia são responsáveis por controlar toda a temperatura do continente sul americano, como mostra o jornal DW. Ademais, segundo o mesmo jornal, a floresta consome cerca de 80% do dióxido de carbono lançado na atmosfera e, aa partir disso, faz-se o controle da temperatura mundial que, se não fosse por ela, se elevaria cerca de 0,5 °C. Mediante a tais fatos, é sobremodo perceptível a importância humanitária global que esta floresta possui. Entretanto, a destruição em massa desse ecossistema inerente à vida humana se tornou cada vez mais exacerbado nos últimos 60 anos. Isto é; durante esse período a floresta teve 73,31% de redução de sua área, 15,49% de mudança em seu solo além da retirada de 11,2% da proteção que a assegurava. Neste sentido, a floresta perdeu grande parte de sua potência e capacidade de controle climático o que, por conseguinte, causou secas prolongadas e chuvas catastróficas no território sul americano.
Por fim, é inegável a necessidade de criação de políticas públicas em escala global a fim de ajudar a salvar a floresta amazônica. Portanto, cabe ao governo brasileiro junto ao Ministério das Relações Exteriores convocar uma conferência com todas as nações a fim de arrecadar fundos para a perpetuação da proteção desse ecossistema vital para a vida humana. Assim, com o dinheiro arrecadado durante essa reunião, o Ministério do Meio Ambiente iria dar continuidade aos projetos de proteção da floresta e, ademais, faria a transparência das ações realizadas em reuniões anuais com representantes dessas mesmas nações.