Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 19/07/2020
No século XVI, com a chegada dos portugueses às terras brasileiras, houve intensa expropriação de riquezas naturais, as quais eram levadas à Portugal para comercialização. Contudo, hodiernamente, comportamentos expropriatórios ainda permanecem no seio social, o que gera maior necessidade de proteção da floresta amazônica pelo Brasil e pelo mundo. Nesse viés, o problema se perpetua devido a interesses financeiros e à falta de conscientização governamental.
Primeiramente, cabe destacar que a mercantilização favorece o problema. Segundo dados apresentados pelo IBGE, o desmatamento da floresta amazônica cresceu 15% do ano 2019 para o ano 2020. Nesse contexto, a intensificação do desmatamento promovido por latifundiários que visam a obtenção de lucro com produções agrícolas e pastoris é grave, pois além da cobertura vegetal ser destruída, a nicho biológico existente na área desaparece. Assim, problemas como aquecimento global e diminuição das chuvas são consequências dos atos de destruição da floresta.
Ademais, o governo é responsável pela preservação da floresta amazônica. Contudo, sua omissão em relação aos eventos atuais de desmatamento e queimadas desencadeia um processo de comoção mundial, tendo em vista, que a floresta amazônica é considera patrimônio natural universal. Assim, a valorização da floresta deve ocorrer de forma efetiva pelo governo, a fim de não promover a perpetuação dos problemas atualmente encarados na esfera ambiental.
Portanto, urge que atitudes sejam tomadas para coibir a problemática. O Ministério do Meio Ambiente, por meio de políticas públicas de preservação, deve intensificar a fiscalização das áreas florestais, e para que a ampla área territorial da amazônia seja monitorada aparelhos tecnológicos como drones e imagens por satélite devem ser usados na fiscalização, com a finalidade de garantir integral proteção a floresta amazônica. Dessa forma, as áreas florestais da amazônia serão preservadas e casos de expropriação natural serão ceifados da sociedade.