Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 14/10/2020
“No meio do caminho tinha uma pedra” o famoso verso do poeta Carlos Drummond trata-se de uma metáfora para desafios. Análogo a essa citação, é evidente que há uma pedra no caminho do Brasil e do mundo inteiro: a frequente alteração de leis à proteção da Floresta Amazônica que ameaça a sua conservação. Dessa forma, segundo estudo da ONG Conservação Internacional, de 115 alterações legislativas nas últimas 5 décadas, 61 delas foram realizadas no Brasil. Logo, faz-se necessário discutir essa problemática.
Primeiramente, sabe-se que a queima de combustíveis fósseis é o maior motivo do aquecimento global. No entanto, o desmatamento, também, atua como uma consequência para isso. Além do mais, 20% da água doce do mundo está localizada na floresta amazônica. Dessa forma, inúmeros países veem-se no dever da conservação da Amazônia. Ademais, as terras indígenas perdem seu espaço para atividades socioeconômicas, prejudicando a vida da comunidade indígena e da conservação ambiental.
Outrossim, para o sociólogo francês Émile Durkhein, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Segundo essa linha de raciocínio, é necessário a sociedade compreender a importância da conversação da floresta amazônica e exigir às autoridades delimitação de áreas de preservação, incluindo a defesa dos povos indígenas. Ademais, é fundamental para as futuras gerações um meio com áreas conversadas da natureza, livre de poluentes e de desmatamento.
Portanto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente restringir as alterações legislativas de proteção, por meio de uma nova campanha patrocinada por outros países de acordo, com objetivo de delimitar as áreas de preservação, a fim de que seja preservado a fauna e a flora. Além disso, o Governo Federal deve garantir aos indígenas a proteção às terras por meio de um projeto à comunidade indígena para que tenham uma defesa do lugar onde vivem.