Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 07/12/2020
A temperatura planetária aumenta e os rios morrem. Essas são as principais consequências do desrespeito à floresta e aos biomas amazônicos. Segundo o UNICEF, os Estados Unidos e o Canadá são países reconhecidos internacionalmente pelas Nações Unidas no que diz respeito às políticas de proteção da natureza e do meio ambiente. Porém, de acordo com o Greenpeace, o Brasil tem um alto índice de desmatamento e rios e nascentes estão poluídos. Nesse sentido, devemos analisar os principais fatos históricos que geraram o problema.
No século XX, havia uma disputa entre política e ideologia, proposta por historiadores da Guerra Fria. Em termos de capitalismo, houve um conflito entre a ex-União Soviética, os socialistas e os Estados Unidos. Este bairro ganhou e estabeleceu uma nova ordem mundial, com o que o fluxo de mercadorias, informações e consumismo cresceu exponencialmente, e o resultado foi o desmatamento e uma indústria irregular de abastecimento de água. Segundo dados do IBGE, grande parte das espécies animais e vegetais do Brasil foram extintas devido à caça e à pesca irregular.
Nesse sentido, é necessário compreender os argumentos dos críticos sobre o assunto. Émile Durkheim foi um dos principais sociólogos do século 20 e propôs o conceito de patologia social em seu livro “The Rules of Sociological Method”. Segundo os pensadores, esse conceito significa que não existem regras, valores ou políticas públicas que ajudem a emergir ou agravar os problemas sociais. Transformando sua visão na sociedade brasileira atual, podemos pensar que a complexidade ambiental relacionada ao bioma e à Mata Atlântica brasileira é na verdade uma morbidade social que requer uma solução. Nesse sentido, é necessário adotar soluções para solucionar o problema.
Portanto, cabe a sociedade denunciar aos órgãos competentes e não se omitir diante deste problema. Ao governo, cabe criar sites onlines para facilitar e agilizar o processo de denuncia e aumentar as punições a quem comete desmatamento. Também reforçar a fiscalização em pontos estratégicos da floresta. Ao ministério da educação, juntamente com a mídia, criar cartilhas e divulgar o incentivo a preservação, reflorestamento e aproveitamento consciente dos recursos das florestas brasileiras. Deste modo teremos um país que se desenvolve humanamente e sem desmatamentos.