Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 08/12/2020
Atualmente, a floresta amazônica precisa de maior proteção. Esse bioma tem impacto climático em outras partes do país e é rico em biodiversidade. No entanto, a extração ilegal de madeira e a delimitação de terras negligenciaram o poder legislativo, impedindo uma redução da área atual.
As frágeis inspeções do governo em terras públicas permitem que madeireiros ilegais na Amazônia entrem em ação. Com isso, a flora da área é reduzida e pode afetar a manutenção de outros biomas, como o Cerrado, que não é uma área desértica devido às chuvas que recebe da floresta amazônica. Além disso, os animais presentes neste ecossistema também passaram por mudanças em sua dinâmica ecológica. O rio Amazonas está integrado ao Cerrado e às áreas úmidas para formar um corredor ecológico, portanto, onças e outros animais silvestres migrarão por este corredor no meio do ano.
Analogamente, a preservação desse bioma é fundamental para a manutenção do ciclo de vida dessas espécies. Outro fator que promove a proteção da Amazônia é sua função de patrimônio cultural para os povos indígenas. Atualmente, devido à “sede ruralista” no Senado, como tribos estão preocupadas em perder parte das terras intimamente ligadas à sua experiência étnica e priorizam como atividades agropecuárias, prejudicando os direitos garantidos pelos índios vide constituição.
Portanto, para proteger a Amazônia e expor algumas de suas vantagens, um União deve cooperar com os militares para fortalecer a fiscalização da extração ilegal de madeira por meio de uma “tarefa” semestral. Embora a FUNAI deva reivindicar os direitos dos povos indígenas relacionados à propriedade da terra, ela requer apoio social por meio de campanhas públicas. Dessa forma, os danos ao bioma Amazônia podem ser reduzidos.