Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 10/12/2020
Devido à necessidade de promover o expansionismo no Brasil, os portugueses incentivaram a ocupação do litoral e do entorno do país, o que levou ao desmatamento da Mata Atlântica, que hoje cobre menos de 10% de sua área total. Da mesma forma, a região amazônica também está sendo desmatada, o que mostra como o governo falhou em monitorar sua proteção. Portanto, esse problema está amplamente relacionado aos valores capitalistas modernos.
Em termos de perspectivas, deve-se destacar que a Constituição Federal Brasileira garante a proteção regular do meio ambiente. Entretanto, apesar do direito consolidado teoricamente na Carta Magna do país, 11 milhões de hectares da floresta no Brasil foram afetados devido a mudanças nas leis, consoante à ONG Conservação Internacional. Portanto, fica claro como o país não garante o monitoramento e a manutenção da Amazônia, que pode desmatar e, portanto, ignorar a própria constituição.
Além disso, deve-se levar em consideração os pontos de vista de quem controla a Amazônia e apontar com clareza os vieses relacionados a essas ações governamentais e às questões econômicas, que, como mencionado acima, se confundem com a conservação da natureza. Por isso, o sociólogo Karl Marx afirmou que “o capitalismo produziu o seu próprio coveiro” se tornou uma realidade, pois a falta de proteção das florestas causará danos devastadores ao meio ambiente e ao bem-estar geral da população. no mundo todo.
Portanto, as pessoas entendem o impacto da destruição da floresta amazônica e a necessidade urgente de tomar medidas para proteger o bioma. Em primeiro lugar, as autoridades legislativas e executivas devem cooperar para atualizar a legislação brasileira a fim de impor restrições e penalidades mais rígidas ao desmatamento em grande escala, a fim de preservar os importantes recursos das florestas mencionadas. Além disso, os governos sul-americanos, especialmente o governo brasileiro, devem explicar as graves consequências de um impasse efetivo sobre o meio ambiente por meio de reuniões, e promover a conscientização e parcerias entre outros países, a fim de estabelecer acordos internacionais eficazes para expressar a responsabilidade pela floresta amazônica. Só assim será possível eliminar a ignorância causada pelo comportamento humano e não pela situação amazônica.