Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 11/04/2021
O escritor uruguaio Eduardo Galeano afirma que “a primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la”. Por isso, é imprescindível compreender as causas da falta de proteção da floresta amazônica, somando-se a isso se é um dever do Brasil ou um fato que abrange o mundo inteiro. De fato, esse quadro deve-se aos fatores como desmatamentos como também, fraca proteção por parte do governo. Logo, são necessárias medidas para mitigar tal problema.
Em primeiro plano, vale relembrar em qual medida o desmatamento da floresta auxilia no aprofundamento dessa questão. Nesse sentido, segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) o desmatamento na Amazônia atingiu novos recordes, além da área desmatada ter chegado ao nível mais alto desde 2008. Por consequência, essa vertente não afeta a população ali presente, em geral a economia do país tem sido afetada, também contudo se o Brasil que é o maior responsável pelos cuidados da floresta não tomar providencias pode tornar-se uma problemática mundial.
Em segunda instância, a falta de proteção do governo está sendo um fato alarmante. Conforme afirma o filósofo Pitágoras, os homens são miseráveis, porque não sabe ver nem entender os bens que estão ao seu alcance. Na esteira desse pensamento, é possível perceber que se a sociedade e principalmente os poderes governamentais ter tomado os devidos cuidados com a floresta amazônica não existiria 973 espécies dentre animais e plantas ameaçados de extinção. Assim, caso o governo brasileiro não tome devidas atitudes para proteger a floresta os governadores de outros países precisarão tomar medidas eficazes.
Portanto, para que a realidade da falta de proteção da floresta amazônica seja modificada, segundo orientado Eduardo Galeano, é senhor que Estado e Sociedade atuem em conjunto. Dessa forma, cabe ao governo investir mais na proteção da floresta, contratando um maior número de fiscais e pessoas responsáveis pela área, por meio de maiores investimentos, de modo que a floresta amazônica não corra mais riscos e assim futuramente esteja bem preservada.