Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 06/06/2021
Machado de Assis, em sua fase realista, despiu, a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebe-se aspectos semelhantes quando se examina a proteção da floresta amazônica, se é dever do Brasil ou do mundo. Diante dessa perspectiva, faz-se necessária a investigação dos fatores que favorecem esse quadro.
Em relação a isso, é notório destacar o descuido governamental presente na questão. Nesse sentido, tal problema vem penetrando a sociedade e culminando uma série de questões, como o desmatamento. De acordo com Durkheim, filósofo francês, defende que o poder público se responsabiliza pelo gerenciamento dos debates que envolve a coletividade estabelecendo, por conseguinte, o bem-estar social. De maneira análoga, é possível percebe que, no Brasil, em virtude do descaso do governo em viabilizar o óbice, influencia na consolidação do empecilho.
Além disso, convém ressaltar a insuficiência de leis no Brasil como mais um dos fatores que agravam o impasse. Segundo o filósofo chinês Confúncio afirma que, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. Diante de tal afirmação, percebe-se que a legislação não está sendo atualizada, isso faz com que a proteção da floresta fique vulnerável, e é provável que esse debate permaneça caso não seja solucionado.
Portanto, medidas estratégicas devem ser tomadas para alterar esse cenário. Para isso, o Governo Federal, responsável por regar e organizar a sociedade, em parceria com o Poder Lesgislativo, devem desenvolver ações que revertam a insuficiência de leis. Tais ações podem ocorrer através da criação de leis, com o objetivo de proteger eficientemente a floresta amazônica. Para que, o bioma amazônico seja cuidado, com o intuito de preservá-lo para as presentes e futuras gerações possam usufruir dele.