Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 19/06/2021
No Brasil, dados do jornal O Tempo, apontam que quatro líderes indígenas brasileiros solicitaram socorro urgentemente ao primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, para que os ajude a salvar a Amazônia. Tendo como base esse dado, é perceptível que há um limite grave ao território Amazônico. Nesse sentido, percebe-se que tais riscos ocorrem devido à insuficiência legislativa, a falta de investimentos e a negligência governamental.
Primeiramente, é notório a insuficiência legislativa e a falta de investimentos como fortes causas do desmatamento da Amazônia. Visto que, de acordo com o g1, dentre os países cobertos por esse bioma o Brasil é o que mais modifica suas leis de proteção. Além disso, seus governos não investem suficientemente na fiscalização das terras amazônicas. Em razão disso, emerge um problema complexo que precisa ser revertido.
Ademais, é igualmente preciso salientear uma negligência governamental como outra causa da destruição da Amazônia. Segundo o diretor do Instituto de Biociência da USP, para alguns cientistas se o desmatamento atingir 40% da floresta amazônica, uma consequência será irreversível, pois a mata não conseguirá se regenerar. De analog maneiraoga, no filme O Lorax, a ambição financeira levou a extinção da natureza até que um menino encontrou e plantou a última semente da árvore. Nesse âmbito, nota-se que é imprescindível eliminar a soberania de interesses capitalistas sobre os cuidados ambientais.
Em suma, é necessário uma intervenção capaz de mitigar essa problemática. Sendo assim, cabe aos Estados fornecerem amparo à região amazônica por meio de investimentos na fiscalização. Em paralelo, a Organização das Nações Unidas deve intervir quando houver uma comercialização de produtos provenientes da devastação das florestas. Feito isso, essa temática será amenizada ou até mesmo solucionada.