Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 03/07/2021

Desde o período da Revolução Industrial, em meados do século XVIII, o mundo vem enfrentando o constante crescimento industrial, seguido do desmatamento exacerbado. Em um contexto atual, a Floresta Amazônica sofre do perigo movido pela ganância humana, que acelera o processo de aquecimento global e, com negligência do Governo Federal brasileiro, anceia por socorro do restante das nações do planeta, que devem intervir.

Em primeiro lugar, é importante destacar que, segundo o documentário “Nosso Planeta”, disponível na plataforma Netflix, esta gigante floresta possui a maior biodiversidade do planeta, com cerca de 20% de todas as espécies de animais do mundo. Além disso, são 5,5 milhões de quilômetros quadrados de extensão, que estão diretamente ligados com a contenção do avanço dos gases do efeito estufa, especialmente o CO2, que é convertido a oxigênio por esta enorme usina natural. Sem ela, ou com sua diminuição, a população global, assim como a natureza, sofre grande risco, como o avanço dos oceanos e a perda do equilíbrio nos ciclos naturais, que pode representar a extinção de espécies, como os Ursos Polares, por exemplo.

Ademais, o constante perigo ao meio ambiente apresenta crescimento assustador no governo Bolsonaro: 43% no aumento do desmatamento no último ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Por consequência, esse não é um risco somente a América do Sul, visto que os impactos são sentidos mundo a fora, com a elevação do nível dos mares, que invade e destrói a costa dos países, e também a elevação da temperatura média do planeta Terra. Sendo assim, esse deve ser considerado um problema mundial.

Mediante a problemática, urge que invista a Organização das Nações Unidas, por meio da agência Onu Meio Ambiente, em medidas que priorizem a preservação da vasta floresta equatorial, pelos países que a tem em seu território, com a definição de limites nos índices de exploração ambiental. Deve, também, fiscalizar de forma constante a execução do determinado, e aplicar políticas de sanções economicas contra as nações desinteressadas no desenvolvimento consciente. Com tais medidas, toda a vida no globo tende a caminhar de forma mais ecológica, ao agir em conjunto nesse dever global.