Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 08/09/2021

A amazônia brasileira além de ser um dos maiores produtores de matérias-primas do mundo e possuindo cerca de 20% da fauna e da flora de todo mundo, pelo seu extenso tamanho influencia no clima da região, também é um dos biomas mais importantes o qual abriga grandes comunidades que estão adaptadas como condições ecológicas específicas, com isso foram elevados leis para que hajam proteção para prevenir ação de desmatamento uma delas é a lei de N ° 9605 a qual possui o artigo “50-A. Desmatar, explorar economicamente ou degradar floresta ”, conquanto o resultado observado é claramente o oposto e isto pode ser observado nos dados do Inep, que apontou que a“ área desmatada chegou a 9.165,6 milhas quadradas no ano passado ”. Esse foi a maior devastação no bioma registrado nos últimos cinco anos que implica diretamente no bioma brasileiro.

O artigo 50 já mencionado acima nos da ideia de que o governo público por sua constituição tem como objetivo a preservação da amazônia brasileira e com isso vem proporcionando uma grande fiscalização para impedir tal crime, embora a realidade seja controversa o que causa um grande desequilíbrio climático e biológico e assim implicando diretamente nos biomas e na vida rural, como também na vida urbana, pois gera uma diferença climatológica podendo, ate mesmo diminuir as chuvas no Brasil.

É evidente que este problema impacta diretamente não só no dia a dia dos indígenas que vivem do uso subsistência da floresta amazônica, que possuem muitas vezes pouco ou nada de proteção do governo, o que faz com que esses indivíduos fiquem com medo de marginais que desmatam locais de preservação ambiental, como também os pertencentes que moram nas cidades, pois isso provoca uma maior fonte e maior taxa de dióxido de carbono o qual é prejudicial à saúde.

Portando é indubitável que medidas são necessárias para uma conscientização que a amazônia é nossa, deve se implementar pelo Ministério da educação. Ministério do meio ambiente e Ministério da defesa, a realização de palestras com profissionais nos assuntos, com materiais didáticos específicos e digitais, rádio, tv, redes sociais, e ainda uma melhora no sistema de monitoramento da amazônia.