Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 13/12/2021
No filme “Wall-e”, o cenário se passa em um cenário em que o mundo não possuí mais florestas nem ecossistemas devido ao descuido que a humanindade teve com o meio ambiente. Fora da ficção, são necessárias medidas não somente do Brasil mas de todos os países que aproveitam os recursos amazônicos proteger a floresta para que a realidade do filme não venha se concretizar no nosso ambiente. Nesse sentido, tanto a Falta de medidas governamentais quanto a cultira do pensamento capitalista são problemáticas a serem tratadas.
De início, convém analisarmos, a ausência de medidas governamentais efetivas para combater o problema. Visto que apesar dos recursos destinados aos incêndios, ainda á entraves na questão do motitoramento de incêndios criminosos. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir a proteção da natureza e bem-estar dos brasileiros e todos que usufruem dos recursos naturais, o que infelizmente é evidente no país.
Nesse interim vale ressaltar que a mentalidade captalista é uma das causas do impasse. Nesse cenário, no filme “Homem de Ferro”, produzido pela Marvel, o personagem principal, Tony Stark, é um empresário e descobre que os equipamentos que ele fabrica estavam sendo utilizados por terroristas. Assim, ele decide parar com a comercialização por não concordar com este uso e opta por tomar prejuízos financeiros. Contudo, essa não é uma realidade, tendo em vista que muitas empresas valorizam o lucro e acabam negligenciando as ações humanas. Por conta, principalmente, do desmatamento, esses incêndios se agravam, porém, tais companhias não param de desmatar. Desse modo, essas ações dificultam a preservação ambiental.
Dessarte, tendo em vista os dados apresentados acima, á necessidade de ações para resolver o impasse. O governo, como instância máxima da administração executiva, deve rever as bases destinadas ao setor ambiental, por meio de políticas de monitoramento, capacitação de agentes ambientais e prevenção de possíveis queimadas. Ademais, criar campanhas nas redes socais e televisão que detalhem práticas sustentáveis, denúncia de práticas ilegais e advirtam dos perigos dos incêndios criminosos. Espera-se, com isso, preservar o equilíbrio ambiental, como proposto no Artigo 225.