Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?

Enviada em 31/07/2022

Aquecimento global. Contaminação dos recursos hídricos. Extinção de espécies. Essa enumeração representa as consequências da exploração predatória da floresta amazônica, causada pelo extrativismo, pela mineração e, principalmente, pela agricultura. Posto isso, percebe-se que a preservação é um dever mundial e que o meio ambiente é um elemento fundamental para salvaguardar o futuro da sociedade.

Sob esse viés, o fortalecimento do setor primário brasileiro, com uma economia fundamentada no latifúndio e na busca pela expansão de terras agricultáveis, tem provocado o aumento da destruição ambiental. Com isso, é evidente o crescimento no arco do desmatamento, para plantação de soja, devido as suas altas taxas de exportação. Tal cenário põe em risco a paisagem descrita por Gonçalves Dias no trecho “Minha Terra tem palmeiras, onde canta o sabiá”, uma vez que as “palmeiras” estão sendo destruídas para garantir os lucros de uma elite. Portanto, importante a reformulação da dinâmica econômica para proteção dos biomas brasileiros.

Por conseguinte, nota-se um perigo climático iminente que prejudica não só o Brasil, mas todo o globo. Nesse sentido, o filme Wall- e, da Pixar, retrata uma sociedade que por intermédio das ações antrópicas, o meio ambiente foi totalmente destruído e, por isso, os humanos foram obrigados a viver no espaço. A partir disso, para garantir a perpetuação da humanidade, é fulcral a preservação da natureza com o intuito de evitar o aumento da temperatura global e, assim, desencadear consequências catastróficas como na obra cinematográfica.

Portanto, é mister que o G7 e a União Europeia, por meio de sanções econômicas, evitem e cortem as relações comerciais com o Brasil, enquanto sustente políticas predatórias com a natureza. Tudo isso, a fim de que o meio ambiente, suas riquezas e sua biodiversidade seja conservada, desse modo, garantido que a realidade descrita por Gonçalves Dias seja verossímil com o país.