Questões relacionadas à prostituição no Brasil
Enviada em 22/10/2018
O clássico “uma linda mulher” retrata a história de uma jovem, de condição econômica desfavorável, que encontra na prostituição uma forma de ganhar dinheiro afim de promover seu sustento. Essa é uma realidade de muitas brasileiras que recorrem a essa prática por não terem outras oportunidades de emprego. Decerto, a prostituição prejudica a mulher, principalmente o seu psicológico, e portanto, deve ser combatida.
Dados de pesquisas mostram que 70 por cento das prostitutas tem o primeiro grau de estudos ou não concluíram o ensino médio, ou seja, a evasão escolar é comum entre elas e, por isso, faltam-lhe oportunidades de emprego e de conquistarem estabilidade econômica, restando-lhes optarem pela “fácil” arrecadação de dinheiro. Revela-se, então, a necessidade de valorizar a educação por afetar as possibilidades de escolhas futuras.
Além disso, muitas mulheres que estão na prostituição se abalam psicologicamente por se verem excluídas da sociedade. Não são aceitas, por exemplo, em instituições religiosas ou são mal recebidas em um grupo por praticarem um ato historicamente imoral e por isso, por mais que queiram, as prostitutas não vão procurar ajuda para sair dessa situação. Albert Einsten disse: " é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito", portanto, enquanto existir o preconceito, mais difícil será para a pessoa que se prostitui deixar de fazer, pois ninguém se dispõe a ajudá-la.
Sendo assim, é preciso que a prostituição seja combatida. O MEC deve estimular a educação dos jovens no ensino médio e a sua profissionalização, ampliando programas como o Jovem Aprendiz, dando assim, oportunidades de emprego. Além disso, é importante que instituições sociais, como igrejas e ONGs, ajudem essas pessoas, acolhendo-as e dando apoio psicológico para que saiam, o quanto antes, da prostituição.