Questões relacionadas à prostituição no Brasil

Enviada em 05/01/2019

O problema da prostituição no Brasil

Um país prostituído, em seu histórico nacional, desde os tempos da colonização, é um país que deixa, necessariamente, herdeiros neste tipo de prática de sobrevivência. Em “Tom Jones”, romance de tempos mais remotos, é dito sobre o casamento interesseiro: “A tolice do amor e a sabedoria da prostituição do casamento”. É inegável que existem diferentes tipos de prostituição.

Sendo uma grande massa de brasileiros pobre, desempregada e sem recursos, é natural que a prostituição, como meio de subsistência, cresça exponencialmente no âmbito de pessoas à margem da sociedade: desde aquelas que vivem na mendicância até as desamparadas por seus cuidadores, seja por motivo de gravidezes indesejáveis ou vício em drogas, brigas com os pais etc.

Que não se neguem, é claro, as “prostitutas de luxo”: aquelas que enriquecem na clandestinidade por pura ambição ou vaidade. Bem como o casamento ou ligações interesseiras, pautadas em contratos implícitos.

A sociedade brasileira deveria oferecer uma mudança de valores, no afã de proporcionar maior educação ética; embora: neste caso, julgar o que é ético ou não seja uma precipitação social, dentro de um problema social-econômico. Mas, com tudo isso, proporcionar valores, uma boa moral, estrutura familiar, tudo colabora para a diminuição do problema de prostituição no país, que vem acarretando mais jovens no lodo do submundo das drogas, do álcool e dos vícios, além de doenças e maiores casos de violência contra mulher e o homem jovem.

A mídia, como comunicadora, não é mais que um reflexo desta conjuntura. Contudo, faz-se necessário saber aplicá-la com o objetivo de ensinar aos jovens o vazio e os riscos de uma vida noctívaga e aventureira e suas nefastas consequências. Quanto aos nossos educadores e pais, cabem uma maior empatia e mais diálogo em casa.