Questões relacionadas à prostituição no Brasil
Enviada em 30/10/2020
No filme brasileiro ‘‘Bruna Surfistinha’’ , a profissão sempre foi algo mal visto; rapazes e mulheres batiam e assediavam prostitutas simplesmente por exercerem seu papel. Saindo da ficção cinematográfica, por mais que o trabalho não seja aceito, deve-se haver a empatia com quem exerce a profissão porém banir uso de menores de idade que buscam condições financeiras familiares e acabam sendo obrigados a entrarem na prostituição; lugar onde ganham dinheiro sem nenhuma alfabetização.
De acordo com uma prostituta brasileira transexual Marion mais famosa do Tiktok (nova rede social), diz sofrer diariamente abusos sexuais e assédios em todo lugar que anda, principalmente em lugares públicos, pois pessoas de mal caráter acham que por conta da profissão ser fazer sexo com qualquer um que lhe pague, acham que a vítima é vista como um brinquedo sexual, podendo ser alvo de assédio ou estupro simplesmente por conta de sua profissão mal vista pela sociedade. Portanto, por mais que grande parte da população não concorde com o trabalho, ele deve ser respeitado assim como qualquer outro sem preconceito que possa prejudicar o individuo em seu serviço.
Muitos jovens, colocando em destaque mulheres, são obrigadas a irem para a prostituição ainda na sua fase de crescimento pelos pais, por precisarem de renda extra para conseguirem se sustentar, colocando-a em uma situação de extrema violência e psicológica; Estimula-se que entre 1,7milhões de pessoas, entre homens e mulheres que vivem em situação de prostituição, 30% são jovens entre 16 e 18 anos apoiados pela família a fim de terem uma renda extra sustentável.
Logo, o governo deve intervir fortemente nessas práticas sexuais com menores, penalizando os responsáveis e oferecendo vagas de emprego com baixa carga horária a fim de incentivar jovens a não entrarem na prostituição por necessidade de renda e sem prejudicar sua vida escolar por conta do trabalho. Assim, diminuirá grandemente a quantidade de jovens em trabalhos sexuais forçados sem precisar ser radical a situação.