Racismo no Brasil: como superar esse mal?
Enviada em 17/10/2019
A Biologia define o vírus como ’’ um parasita intracelular que só consegue dispor de manifestações vitais no interior de uma célula hospedeira.’’ Em vista disso, percebe-se que o racismo no Brasil tem se comportado como um autêntico vírus, que contamina e prejudica a vida de milhares pessoas na atualidade. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem essa problemática.
Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel, ’’ O ser humano é influenciado pelo tempo e horizonte em que vive.’’ Nesse âmbito, nota-se que o racismo contra os negros tem influenciado a sociedade de forma negativa. A exemplo disso, conforme levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os negros representam 54% da população, mas são 71% das vítimas de homicídio no Brasil. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para combater esse hábito.
Outrossim, consoante o filósofo iluminado Voltaire, “O preconceito é injusto e causa grande sofrimento às pessoas.” Além disso, o preconceito contra os gays é considerado um tipo de racismo de acordo com o Grupo Gay da Bahia. Além disso, conforme o mesmo grupo - GGB -, no Brasil, são assassinados em média um homossexual a cada 16 horas e isso equivale a 552 mortes por ano. Logo, tal comportamento contribui com proliferação desse mal.
Portanto, medidas são cruciais para combater realidade. Em primeiro plano, o Ministério da Educação deve instituir, palestra ministrada por psicólogos nas escolas voltadas para as crianças com objetivo de consciência aula sobre ação desde cedo para que possam compreender a gravidade dos atos de racismo contra negros e gays, além de respeitar o espaço e o direito individual de cada um. Em segundo plano, veículos midiáticos podem divulgar situações de modo a conscientizar os cidadãos e, ainda, instrui-los a buscar os seus direitos, quando se sentirem vítimas do racismo. Uma mudança necessária, posteriormente, é preciso o início para combater esse vírus.