Racismo no Brasil: como superar esse mal?
Enviada em 17/10/2019
Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. No entanto, a persistência de racismo na atualidade impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem essa problemática.
Nesse contexto, segundo ou filósofo Frederick Angel, ’’ O ser humano é influenciado pelo tempo e o horizonte em que vive. ’’ Nesse cenário, nota-se que o racismo contra os negros tem influenciando a sociedade de forma negativa. A exemplo disso, conforme levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os negros representam 54% da população, mas são 71% das vítimas de homicídio no Brasil. Dessa forma, faz-se urgente formulação de uma ação para combater esse hábito.
Outrossim, consoante o filósofo iluminista Voltaire, “O preconceito é injusto e causa grande sofrimento às pessoas”. Além disso, o preconceito contra os gays é considerado um tipo de racismo de acordo com o Grupo Gay da Bahia. Além disso, conforme o mesmo grupo - GGB -, no Brasil, são assassinados em média um homossexual a cada 16 horas e isso equivale a 552 mortes por ano. Logo, tal comportamento contribui com proliferação desse mal.
Portanto, medidas são cruciais para combater essa realidade. Em primeiro plano, o Ministério da Educação deve instituir, palestras, ministradas por psicólogos nas escolas voltadas para as crianças com objetivo de conscientizá-las sobre o assunto desde cedo para que possam compreender a gravidade dos atos de racismo contra negros e gays, além de respeitar o espaço e o direito individual de cada um. Em segundo plano, veículos midiáticos podem divulgar situações de modo a conscientizar os cidadãos e, ainda, instrui-los, a buscar os seus direitos, quando sentirem vítimas do racismo. Uma mudança necessária, posteriormente, é preciso um início para garantir a execução dos Direitos Humanos na prática.