Racismo no Brasil: como superar esse mal?
Enviada em 24/12/2019
Segundo a Constituição Federal de 1988, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Entretanto, nem todos os cidadãos são tratados com o sentimento de fraternidade, previsto nos Direitos Humanos, em especial, os negros. Algumas das causas dessa diferenciação de tratamento, são: os reflexos da escravidão de séculos atrás e a falta de respeito de algumas pessoas com a diversidade.
A escravidão por ter tido uma duração de mais de 300 anos, tem seus efeitos refletidos até os dias atuais como, o maior percentual de moradores de morros e zonas de riscos serem negros. Contudo, esses reflexos também podem ser notados nas sociedades com o custo de vida mais elevado, onde muitos são brancos e mesmo com a abolição da escravidão, não exitam em praticar atos racistas.
Outrossim, o desrespeito para com a diversidade é outro grande fator do racismo no país, haja vista que, mais de 50% da população brasileira é constituída por negros, pardos e mulatos. Desta forma, o racismo é considerado crime imprescritível e inafiançável, sob pena de reclusão para quem praticar.
O Ministério da Educação (MEC), portanto, deve esclarecer na educação fundamental que à prática do racismo resulta em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da humanidade, por meio de projetos que valorizem a participação do negro, para que as crianças evitem o preconceito. Sendo assim, esses futuros adultos não seriam indivíduos racistas, tendo em vista a educação que lhe foi fomentada.