Racismo no Brasil: como superar esse mal?

Enviada em 21/05/2020

Com o advento da Constituição Federal de 1988, constatou-se que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Todavia, ao refletirmos criticamente a respeito do racismo ligado a questões éticas é importante ressaltar que esse tema tornou-se uma opressão histórica, visto que a população ainda mostra-se intolerante com a diversidade racial.

Tendo em vista esses aspectos, é notório que dentre os inúmeros motivos que levam o preconceito racial ser uma questão muito debatida até hoje na atualidade, provém da tardia abolição escravista no Brasil, por meio da Lei Áurea, em 1888. Após a anulação da escravatura, o Estado não inseriu esta parte populacional dentro do mercado trabalhista e mesmo com o passar dos anos esse grupo dispõem dificuldades e falta de oportunidades de adentrar à sociedade. Um episódio racista ocorrido no ano de 2014 decorreu durante uma partida de futebol, em que uma torcedora dos Santos insultou o goleiro do time adversário, chamando-o de macaco devido a tonalidade de pele. Essa situação gerou uma grande polêmica diante a população brasileira e a menina somente desculpou-se do goleiro.

Em uma segunda análise, conforme a evolução tecnológica, os índices de racismo tornaram-se mais frequente. Em consequência disso, nota-se que as redes sociais são um meio de propagação de discurso de ódio, no qual pessoas insultam e ameaçam determinados tipos de grupos pela razão de possuírem diferentes características físicas.

Diante do exposto, é imprescindível que medidas sejam tomadas em relação ao bem-estar de todo indivíduo brasileiro. Primeiramente, cabe o Estado desenvolver e discutir formas de punições efetivas que sejam executadas rigorosamente para quem praticar o racismo. A mídia deve também intensificar o assunto do preconceito racial em novelas e filmes brasileiros. O racismo é um desrespeito ao indivíduo e jamais deve ser praticado.