Racismo no Brasil: como superar esse mal?
Enviada em 30/08/2021
Com o início da colonização no Brasil, os portugueses buscavam mão de obra escrava. Visto a resistência indígena à colonização, os colonos foram até a África comercializar os escravos africanos, que eram considerados inferiores aos europeus por serem de pele escura. Apesar de quase 521 anos após o início da colonização no Brasil, é claro que pessoas negras ainda são postas em uma situação de desvantagens e são vítimas frequentes de ações preconceituosas. Nesse viés, é de suma importância tratar dessa problemática.
Em primeira análise, é importante ressaltar a posição de desvantagem na qual os negros se encontram atualmente. Sendo fruto dos tempos de colonização, o pensamento retrógrado de supremacia branca ainda está presente na realidade brasileira. Nos dias de hoje, ainda é de extrema raridade pessoas de pele escura no poder. Segundo o G1, é estimado que menos de 5% dos cargos de poder em grandes empresas são exercidos por negros. Diante dessa realidade, é fundamental romper o pensamento hierárquico de supremacia branca.
Em segunda análise, é preciso destacar a falta de representação negra nas mídias. Por ser a maior fonte de notícias da atualidade brasileira, seria de suma importância destacar pessoas de pele escura em novelas, por exemplo, visto que atores negros só representam papéis de personagens marginalizados, como moradores de favelas, traficantes ou empregados domésticos. De acordo com a 3ª Lei de Newton, toda ação gera uma reação em sentido oposto de mesma intensidade. Portanto, a falta de representação negra nas mídias e publicidades gera um ideal marginalizado preconceituoso em relação às pessoas de pele escura, tornando a luta contra o racismo mais difícil.
Visto que a população negra ainda se encontra em posição marginalizada pela sociedade, é preciso que medidas sejam tomadas para tratar dessa problemática. Portanto, é dever do Governo Federal, aliado ao Ministério do Cidadão, garantir que haja igualdade racial, pondo fim a supremacia branca, como previsto no Artigo 5 da Constituição Federal. Ademais, é preciso também que as mídias sociais e publicidades usufruam mais da representatividade negra em propagandas e novelas de uma maneira não pejorativa, para tirar o caráter marginalizado desse grupo. De tal forma, é esperado que o problema cesse e igualdade racial se torne realidade no Brasil.