Racismo no Brasil: como superar esse mal?

Enviada em 21/11/2022

Em 13 de maio do ano 1888 a princesa Isabel assinou a lei aurea que aboliu a escravidão, apos a abolição os escravos recem libertos não conseguiram se integrar dentro da sociedade por conta do racismo, de maneira analoga a isso o preconceito racial no Brasil. Nessa perspectiva, destacam-se dois aspectos importantes: Racismo estrutural e como ele afeta o cotidiano.

Atualmente, observa-se que o racismo estrutural está nas raízes da sociedade e isso afeta diretamente como as pessoas de cor são tratadas e como elas vivem. De acordo com uma pesquisa do IBGE diz que das pessoas abaixo da linha de pobreza mundial 70% eram de cor preta ou parda. Dessa forma afirma-se que pessoas de cor têm sim mais dificuldade em se estabelecer na sociedade.

Além disso, é notório que o preconceito racial interfere diretamente no cotidiano do brasileiro. De acordo com Nelson mandela, lider ativista na luta contra o apartheid na África do Sul, “Ninguém nasce odiando outra pessoa por sua cor da pele, sua origem ou sua religião. As pessoas podem aprender a odiar e, se podem aprender a odiar, pode-se ensiná-las a aprender a amar. O amor chega mais naturalmente ao coração humano que o contrário.”

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o preconceito racial no Brasil. Dessa maneira, cabe ao governo investir na infraestrutura de escolas públicas, criar cotas estudantis, reforçar as leis contra o racismo e levar mais a sério suas denúncias e fazer campanhas contra o racismo, por meio do Ministério Da Educação, Congresso Nacional e a Secretaria Especial do Desenvolvimento Social, a fim de introduzir a pessoa de cor no mercado de trabalho aumentando seu respeito e diminuir a quantidade de crimes contra pessoas negras ou pardas. Somente assim reduzindo o preconceito racial e os introduzindo na sociedade.