Racismo no Brasil: como superar esse mal?

Enviada em 20/10/2023

Atualmente existem muitos casos de racismo e preconceito contra pessoas negras no Brasil. A propagação do discurso antissemita é alarmante não só dentro do país, mas também à escala mundial. Embora a abolição da escravatura em 13 de Maio de 1888 tenha dado aos negros os seus direitos à cidadania, a sociedade tem sido lenta em apoiar o avanço socioeconômico destas pessoas. A falta de qualidade na educação brasileira, tanto nas escolas públicas quanto no ambiente doméstico, contribui significativamente para o aumento dos preconceitos.

A Lei Áurea marcou a libertação dos negros escravizados e seu reconhecimento como cidadãos plenos, com igualdade de participação na sociedade. Desde então, o Brasil passou por diversas transformações comportamentais que auxiliaram os negros a se reintegrarem na sociedade. A implementação de cotas nas universidades públicas proporcionou um aumento das oportunidades educacionais para negros, onde anteriormente eram escassas.

Além dos marcos históricos como a Lei Áurea e a criação de cotas para negros nas universidades, é crucial destacar que a qualidade do sistema educacional brasileiro é notavelmente deficiente. Essa deficiência se traduz em um desrespeito pelo próximo, independente da cor, raça, etnia ou religião. A educação desempenha um papel fundamental na promoção da integração de crianças e adolescentes que provêm de diversas origens. Vale lembrar que o preconceito foi introduzido no Brasil com os colonizadores e só poderá ser superado quando a população brasileira reconhecer essa falha.

Superar o mal do racismo na sociedade contemporânea é um desafio, mas não é uma tarefa impossível. A educação é de extrema importância para transformar os padrões de pensamento. Organizações não governamentais (ONGs) desempenham um papel fundamental na integração de pessoas negras e brancas. O governo deve implementar currículos de sociologia mais abrangentes nas escolas do país, para que todos compreendam que a sociedade é uma, independente da cor da pele.