Racismo no Brasil: como superar esse mal?

Enviada em 20/10/2023

Em 1888 Princesa Isabel assinou o a abolição da escravidão. Porém mesmo com a ilegalização da mão de obra escrava, ela continuou, e continua até os dias de hoje, seja na forma de trabalho ou de pensamento.

Após a abolição muitos senhores manteram seus escravos, já que eles valiam e produziam muito dinheiro, sem eles iriam perder sua maior fonte de renda. As violências verbais e físicas continuaram, afinal, eles eram vistos como propriedade, algo sem sentimentos e emoções. Ao longo dos anos os escravos conseguiram sua carta de liberdade e construíram seus comercios e familias sem ter os senhores que os maltratavam, sendo esse um dos vários fatores que diminuiu o número de escravos.

Mesmo sendo algo relativamente antigo, as marcas da escravidão continuam a aparecer na sociedade atual, como a situação de uma idosa que ficou 72 anos em situação de trabalho ánalogo a escravidão ficando em carcére privado e servindo os empregadores de modo precário, desrespeitoso, e submisso sendo o G1. Tudo isso acontece por que as pessoas tem uma visão bem parecida com as dos senhores como dito antes, e acham que podem menosprezar o próximo sendo racistas.

Pela falta de conhecimento muitas pessoas crescem ouvindo falas racistas e repetem quando adultas, mas o ciclo tem que parar, por isso o Ministerio da Igualdade Racial deve trazer mais informações sobre o passado e presente do Brasil e do Mundo em todos os lugares possíveis, fazendo com que as pessoas reflitam e desconstruam tais pensamentos racistas.