Razões para incentivar a adoção de animais de estimação
Enviada em 19/06/2022
No filme a “A dama e o vagabundo”, um classico da disney, o qual foi um gigantesco sucesso em muitos países, introduz aos telespectadores um pouco da vida de um cão viralata que vive na rua. Infelizmente, o filme é menos fictício do que se pensa, uma vez que a situação de rua está presente na vida de inúmeros animais, os quais não possuem alimentação e moradia. Dessa forma, é de extrema importância o sistema de adoção de animais, já que esse dá aos animais marginais uma chance de ter uma vida melhor e, além de salvar a vida do animal ao adotá-lo, o indivíduo recebe um novo companheiro.
Primeiramente, ao tirar o bicho do estado de rua, o dono estará oferecendo alimento, moradia, amor e segurança a ele. Assim como em “A dama e o vagabundo”, o animal de estimação pode até mesmo ajudar no combate à depressão, pois quando você adota, há menos chance desde ser tratado mal e desenvolver depressão. Deste modo, adotar um bicho significa também salvar a vida dele de diversas formas.
Outrossim, quando um animal é adotado, não somente o bicho ganha um companheiro, mas o dono também. Com os bichinhos em casa, os donos conseguem ter uma criatura a mais para brincar, além de serem capazes de compartilhar afeto. O fato do animal ser um símbolo de fortaleza e amor pode ajudar bastante na vida das pessoas, restaurar um animal traz consigo vários benefícios para ambas as partes como a amizade. Logo, não é somente o animal que ganha com a adoção, mas também a família adotante.
Portanto, um animal de estimação é um bom negócio, pois gera afeto, amor e faz mais a pessoa feliz. A adoção de bichos também contribui para que uma família se mantenha unida. Por último, o adotado também recebe benefícios emocionais. Uma possível medida a ser tomada para melhorar o número de adoções seria uma campanha realizada pelas ONGs responsáveis pela adoção, na qual, por meio de um filme interativo, os donos de animação fossem apresentados às famílias interessadas em adotar. Deste modo, as famílias poderiam escolher o bicho ou o dono apropriado para a criação do animal e, assim, evitar que os animais ficassem vivendo na rua.