Razões para incentivar a adoção de animais de estimação

Enviada em 19/10/2022

Existe um ditado popular muito conhecido , que diz que os cachorros são os melhores amigos dos homens, sendo assim, seguindo essa linha de pensamento, ter um cachorro em casa seria sinônimo de alegria e companheirismo. Porém, não somente os cães, mas de modo geral, 30 milhões de animais vivem abandonados nas ruas do Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Esse problema decorre, principalmente, da escassez de informação sobre os pontos positivos da adoção.

A princípio, é fato que o comércio de animais, geralmente não passam de uma grande exploração em que só importa o lucro e as vidas e condições que os animais vivem são ignoradas para os donos de canis, principalmente, das fêmeas, chamadas matrizes, que são obrigadas a reproduzirem incansalvemente, não importando os limites fisiológicos das cadelas. Ainda assim, muitas pessoas não possuem noção do fato. Por esse motivo, a ativista brasileira Luisa Mell, luta a favor da causa animal, investigando e fechando locais que exploram esses animais domésticos que são criados de maneira inresponsável e vendidos para outras pessoas e incentivando também, a adoção de animais em seu próprio Instituto.

Além disso, um animal pode trazer muita felicidade e bem-estar aos seus donos, em vista que, os animais são bons companheiros e podem se tornarem membros da família. O filme “Marley e Eu” , demonstra bem isso, quando um casal adota o cachorro Marley e se apegam ao cachorro, que traz muito mais alegria ao lar, incentivando assim, a adoção de animais. Visto que, o filme traz visibilidade.

Portanto, faz-se necessário que o Ministério das Comunicações, visando diminuir o aumento dos animais desabrigados, incentivem, por meio de propagandas televisivas em horários nobres dos principais canais de televisão do país, a adoção de animais, deixando claro os pontos positivos da adoção de um animal e abordando os pontos negativos do comércio de animais, e incentivando ainda, projetos sociais como os da ativista Luisa Mell, assim como instituições que promovem a adoção responsável de animais, para que, cada vez mais, famílias como a do filme “Marley e Eu”, possam ser felizes com seus animais adotados.