Razões para incentivar a adoção de animais de estimação
Enviada em 23/09/2022
Com referência ao livro Marley e eu, é relatado a história de um casal récem casados, que adotaram um cachorro na intenção de adquirir maturidade para cuidar de um outro ser, ou seja, um filho futuramente. Nesse sentido, com os anos de convivência o animal ensinou aos humanos sobre o amor, a felicidade e a cumplicidade. Nesse contexto, infelizmente, na vida real muitas pessoas se privam de receber essa troca de afeto e, consequentemente, praticam a ilegalidade do abandono. Diante disso, deve-se analisar a falta de políticas governamentais e a ausência de leis severas, no sentido de incentivar a adoção no Brasil.
Primeiramente, a falta de políticas governamentais, na intenção de conscientizar a prática de adoção responsável é precária no país. Isso decorre da falta de representatividade no Congresso Nacional e nas Camâras Municipais da causa animal, pois ainda persiste uma cultura enraizada no segmento social, que os animais são para servirem o homem nas suas necessidades, por exemplo, o uso de carroças em cavalos para trabalhos rurais e, posteriormente, abandoná-los na velhice. Nesse aspecto, ainda é escasso uma conscientização coletiva social para educar as condutas dos indivíduos, uma vez que, a adoção de animais de estimação trás benefícios à saúde dos tutores e previne doenças como, a depressão.
Em segundo lugar, a ausência de leis severas, no sentido de penalizar os maus tratos e garantir a responsabilidade da adoção de animais, também, é uma problemática. Nesse contexto, embora exista Institutos como, da ativista Luísa Mell e do vereador Felipe Becari em prol do bem estar animal, ainda é muito recorrente o mercado de reproduções de raças, que visam apenas a lucratividade. Nessa análogia, embora seja considerado crime os maus tratos contra animais, o Brasil está em destaque entre o ranking de maior número desses seres em situação de rua no Brasil, conforme o site G1. Logo, é preciso questionar sobre esse cenário.
Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para reverter esse impasse. Por isso, o Estado, adjunto com o Legislativo, deve ampliar campanhas de incentivo a adoção de animais em situação de rua, por meio de panfletos e debates públicos, como acontece nas propagandas eleitorais, a fim de garantir um lar responsável de centenas de cães e gatos abandonados no país.